quinta-feira, 18 de abril de 2019

PÁSCOA = LIBERTAÇÃO

“Por isso, irmãos, por causa da morte de Jesus na cruz nós temos completa liberdade de entrar no Lugar Santíssimo. Por meio da cortina, isto é, por meio do seu próprio corpo, ele nos abriu um caminho novo e vivo.” - Hebreus 10:19-20

A festa judaica da Páscoa lembra-nos a libertação do povo judeu, o povo de Deus, da escravidão do império Egípcio. Esta festa é cheia de significado e de recordações do sobrenatural de Deus, com valor tanto no Antigo Testamento como para os dias atuais.

Jesus anunciou a sua morte aos seus mais diretos seguidores, os seus discípulos, na noite da celebração desta festa judaica. Uma festa cujo significado era de alegria, gozo e forte emoção. Mas Jesus anuncia algo que à primeira vista é triste - a sua própria morte!

Lamentavelmente, hoje existem muitos cristãos que se lembram com tristeza da morte de Cristo. Sim... temos que a lembrar, mas temos que adicionar a beleza, celebração e alegria pela libertação consumada na nova Páscoa de Jesus. Afinal, os que recebem a notícia da morte de Jesus expiando os pecados de todo o mundo, celebram de imediato a vida que venceu a morte na mesma pessoa de Jesus Cristo.

Hoje não celebramos uma Páscoa dum Cristo morto! Não! Celebramos a Páscoa dum Cristo ressurrecto, vivo, operante e ativo numa igreja vibrante e contagiante à face da terra!

Essa igreja sou eu, és tu, é a minha igreja local, é a tua igreja local e é a igreja presente em comunidades locais em todo este país, continente e mundo inteiro!

Agora, e porque assim estou LIVRE, alegro-me pela Sua Igreja cheia de vida que se levanta a cada dia numa contínua Páscoa de Libertação!

Tem uma fantástica Páscoa com total acesso ao Lugar Santíssimo!

Com amor,
Pr. José Carlos Ribeiro

sexta-feira, 12 de abril de 2019

É UMA QUESTÃO DE HONRA!

“Honroso é para o homem desviar-se de contendas...” – Pv. 20:3a

Alguns frutos dos tempos em que vivemos são, inequivocamente, a auto-promoção, a auto-sustentabilidade, a auto-afirmação e, consequentemente, a independência de cada ser humano, uns dos outros e de Deus.

Havendo alguém que nos contradiga, somos levados a encarar isto como uma falta de respeito, falta de honra ao nosso ser e mesmo ao corte de relacionamentos. Não é coisa de outro mundo não... Vivemo-lo no dia a dia e temos experimentado tal em nós e nos outros para connosco.

O principal problema tem sido sermos grandemente influenciados por estes tempos de contextos humanistas de sobre-elevação do ser humano e sua ciência (conhecimento), impedindo que os valores eternos e invariáveis de Deus se sobreponham.

Quantas e quantas vezes já não saímos com este tipo de expressão – “É uma questão de honra!” e levamos avante diversas ações para fazer prevalecer a nossa razão. Bom... Eu tenho-o feito muitas vezes e tenho verificado que nem por isso a honra que procuro e que tenho direito vem de volta. Pois é... As leis de Deus não se aplicam na nossa vida quando as utilizamos ao contrário!

Por uma questão de honra tens que começar a deixar de lado as contendas, discussões, o buscar prevalecer a tua razão. A honra não vem dessa forma... A honra vem pela presença de Deus em ti, manifesta pelos Seus princípios bem estabelecidos e vivenciados na tua vida.

Desvia-te das contendas, opera no Seu amor e gera a honra que Deus tem para ti!

Com amor,
Pr. José Carlos Ribeiro

sexta-feira, 5 de abril de 2019

CULTURA FAST FOOD!

"Esperei com paciência no Senhor , e Ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor." - Salmos 40:1

Uma das constatações do estilo de vida dos nossos dias é a rapidez de resposta em todos os domínios da nossa interação.
Isto tem levado o ser humano a viver num constante rodopio de ansiedade. Habituamo-nos a ter tudo de modo instantâneo, receber as informações em tempo real, buscar a solução no próprio momento. Mas isto tem trazido uma ansiedade incontrolável, como que vivendo o dia de amanhã sem sabermos o que o mesmo nos trará. Ficamos educados em não saber esperar e sem paciência.

Na mitologia grega existe um personagem chamado Midas que desejou ter tantas riquezas, que lhe foi dado o poder de em tudo que tocasse, ser transformado em ouro. O simples método da resolução imediata, do conseguir tudo instantaneamente afinal, já é antigo! Midas então, descobriu que tocando na comida ela se transformava em ouro e não podia comer, tocando nas pessoas que lhe pertenciam, o mesmo acontecia e assim as perdia, etc... O exemplo é sobejamente conhecido, mas é ilustrativo de que a falta de paciência leva-nos a sofrer consequências muitas vezes irreparáveis.

Hoje e sempre, espera no Senhor. Só Ele sabe o amanhã e no Seu tempo Ele te revelará e trará!

A Igreja vitoriosa vive assim e cremos que cada um de nós queremos ser fiéis ao tempo de Deus.

Com amor,
Pr. José Carlos Ribeiro

segunda-feira, 25 de março de 2019

Centro do Sistema Solar! QUEM, EU?!

“Assim como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos.” - Mt 20:28

Quantas vezes já te sentiste como o centro do “teu” sistema solar? Eu já me senti algumas vezes, é verdade... Digo-o com lamento!
E quantas vezes já tentaste relacionar-te com pessoas que se comportam como o centro do “seu” sistema solar? É muito difícil manter esses relacionamentos, pois somos, ou são pessoas que olham como se tudo tivesse que rolar em torno dos seus interesses.
Pior ainda é verificar que estas pessoas (volto a repetir: algumas vezes eu mesmo o senti em mim próprio) andam a vaguear sem sentido, sem realização e sem conseguir acertar os planos que Deus tem para as suas vidas! Até podem existir chamados, podem existir vontades e mesmo palavras proferidas, mas o tempo passa, e passa e passa... e nada se concretiza!

Quero dizer-te que hoje mesmo podes colocar um ponto final nessa situação, se a estás a viver atualmente. Assim que decidires deixar de ser o “centro do sistema solar”, vais começar a servir aos demais, mesmo que sejam imperfeitos (porque o são e sempre serão), vais começar a amar os que não te amam, vais começar a ter o desejo de estar e a caminhar ao lado de todos os demais e, acima de tudo, vais começar a ver os planos de Deus a cumprirem-se na tua vida. Portas se abrirão para cumprires o chamado de Deus em tua vida, sentirás uma realização infindável em tudo que fizeres seja grande ou seja pequeno, começarás a viver com um sentido apurado do que é prioritário e jamais passarás a invejar o sucesso seja de quem for!

Creio que já deves ter reparado que o sentido da vida e ministério de Jesus foca-se neste simples princípio – servir. O de lúcifer não! É exatamente o contrário... ser servido!
Não te deixes tapar por este espírito luciférico que envolve o “teu” sistema solar e domina o mundo.

Sê livre, sê feliz, sê servidor!

Com amor,
Pr. José Carlos Ribeiro

quinta-feira, 21 de março de 2019

SEMPRE ACEITES

“... Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai e não peques mais.” Jo. 8:10b-11

Vivemos num tempo designado de muita abertura moral, muita brandura de costumes e muita liberalidade. Nesta liberdade anunciada, acabamos por cair numa clara tendência de julgarmos os demais numa presumível falta de liberalidade ou falta de abertura.

Verdadeiramente, esta condicionante tem levado o ser humano a ser castrador de relacionamentos e de opiniões contrárias. Somos condenatórios na nossa conduta e, no que diz respeito ao “mundo” religioso, pior ainda!

No tempo de Jesus, a lei judaica baseada na Torá (Lei de Moisés) que envolvesse a pena capital, só podia ser aplicada pelos governantes Romanos. Neste episódio de João 8, esta mulher tinha sido apanhada em flagrante de adultério e pela referida lei, os mestres da lei judaica não poderiam exercer esta pena de morte. No entanto, era lei e esta mulher foi mesmo assim levada a praça pública como a lei determinava, para ali ser executada por apedrejamento.

A mulher é levada até Jesus por estes legalistas. É levada a Jesus porque seria mais uma forma de tentar apanhar Jesus em algum tipo de subversão ao império Romano ou contrariando a lei judaica. Mas Jesus e o Seu Reino não se move nas leis humanas nem em leis naturais... todas as leis do Reino de Deus são sobrenaturais e são de aceitação, perdão e reconstrução.

Jesus pronuncia palavras de vida sobre a mulher pecadora... Jesus desautoriza todos os acusadores... Jesus retira toda a condenação que pesava sobre a mulher...

Sabes porquê? Porque Jesus transporta o Seu Reino, e no Seu Reino todos são aceites independentemente do passado, do presente ou mesmo do futuro! Para viveres continuamente no Reino de Deus nesta terra só precisas deixar de te condenar a ti próprio e aos demais.

A ordem para ti e para mim é: - “... vai e não peques mais!”. Aceites mas deixando o pecado a cada dia!

Vivemos abundamente em Graça porque somos SEMPRE ACEITES!

Com amor,
Pr. José Carlos Ribeiro

quinta-feira, 14 de março de 2019

PALMADINHAS NAS COSTAS

“Perfume e incenso trazem alegria ao coração; do conselho sincero do homem nasce uma bela amizade." – Prov. 27:9

Desde que me lembro, nunca tive muitos amigos. Não o digo com tristeza mas digo-o com realismo por sempre ter sido muito criterioso na avaliação de relacionamentos e das motivações dos mesmos. E isto acontece desde a minha infância.

Uma das situações que mais me preocupa neste relacionamento inter-pessoal de “amizade”, são as famosas “palmadinhas nas costas” por parte destes pretensos amigos. Estas palmadinhas manifestam-se em expressões como: - “Vai dar tudo certo, vais ver!”; - “Vamos orar por isso!”; - “Não desistas, sê forte!”; - “Se for preciso é só dizer!”; e muitas outras expressões e atitudes deste género! Sim... São expressões que em nada me trazem ou traziam ajuda prática... Esses “amigos” não estavam presentes quando eram precisos, não davam uma sugestão real nos assuntos e sentia claramente que não queriam ser incomodados!

Verdadeiramente, um amigo real e honesto é aquele que quando te ouve, não somente te dá algumas destas expressões mas, a seguir, é parte ativa numa possível resolução do problema. Ou porque quer saber mais e ir mais fundo no assunto, ou porque se disponibiliza para estar presente na resolução, ou porque simplesmente dá uma opinião sincera e que o compromete no processo.

O que achas que as pessoas querem de ti? Um amigo de “palmadinhas nas costas” ou um verdadeiro amigo interessado e participante?

A Bíblia já há muito ensina este princípio (versículo acima).
Sê o amigo sincero que tantos precisam. Sê a diferença e marca a diferença... Deixa para trás as “palmadinhas nas costas”!

Com amor,
José Carlos Ribeiro.

quinta-feira, 7 de março de 2019

TEM SPRITE?

“Pedis e não recebeis, porque pedis mal...” – Tiago 4:3a

Certa vez estava com a minha esposa e filhos para jantar num restaurante e o empregado de mesa começa a registar os nossos pedidos. Vai perguntando a bebida que cada um quer e um dos meus filhos, na altura aí com uns 6/7 anos de idade, pergunta – “TEM SPRITE?”, ao que o empregado responde que iria ver junto do balcão. Este regressa novamente à nossa mesa junto do meu filho informando que sim, que tem Sprite. O meu filho de imediato responde – “Então quero uma Coca-Cola!”...

Pois... Foi muito engraçado e ficamos todos perplexos do porquê de ele ter perguntado por algo quando de facto preferiu outra coisa! 

Este episódio sempre me traz à memória o versículo de cima em Tiago 4. É que, muitas vezes, nós também nos comportamos desta maneira. De forma propositada ou não, ingénua ou não, nós pedimos as mais diversas coisas a Deus nosso Pai, mas sem sabermos o que estamos a pedir ou mesmo sabendo mas não fazendo ideia da importância do que pedimos, vemos os nossos pedidos não serem atendidos, de forma a que até apelidamos Deus de não nos ouvir ou atender!

A realidade é que Deus quer abençoar-nos com todas as bênçãos já neste mundo e neste momento. Ele gosta de nos fazer felizes e quer satisfazer os nossos gostos pessoais, pois Ele tem interesse em nos agradar. Esta é uma verdade real! Mas acontece que não temos sabido pedir... Ou porque algo é exclusivamente para nosso proveito pessoal e egoísta, ou porque o que estamos a pedir não nos é apropriado nesse momento, enfim... pedimos e nada!

Jesus disse a certa altura (João 16:24) – “Até agora, nada pedistes em meu nome, pedi e recebereis, para que a vossa alegria se cumpra.”

Isto não é uma receita mágica mas é uma orientação para um estilo de vida que Jesus te está a deixar. Vive para além do visível... vive para além da SPRITE!

Com amor,
Pr. José Carlos Ribeiro.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

MEDIR O SUCESSO

“... aquele que entre vós todos for o menor, esse mesmo é grande.” – Lc. 9:48b

Medir o sucesso é um item da vida humana que tem tomado proporções agigantadas! Tentamos quantificar por todos os meios e métodos, qual o nível de sucesso que temos e que outros têm.

Tenho experimentado que o sucesso pouco ou nada tem a ver com aquilo que as condições que me cercam, me ditam. Na realidade, enquanto andava preocupado em buscar o sucesso parametrado por essas condições, o sentimento de insucesso crescia e, cada vez mais, a frustração se alojava no meu coração. Verdadeiramente, o mundo no natural dita que sucesso é ter o MAIS seja no que for, sendo que este MAIS é a própria sociedade em que estou inserido que mo revela. Mas tudo o que é natural, confrontado com a Palavra de Deus, abala e se desmorona.

Sempre me inspira a situação em que José se encontrava, como escravo de Potifar, sendo relatado em Genesis 39:2 – “E o Senhor estava com José, e foi homem de sucesso; e estava na casa do seu senhor egípcio.” – e a contínua questão pertinente é: José, escravo, e é chamado homem de sucesso?

Existem 3 formas de qualificar o sucesso:
1) Internamente (aquilo que eu parametro de sucesso);
2) Externamente (aquilo que o mundo me parametra de sucesso);
3) Sobrenaturalmente (aquilo que Deus me parametra de sucesso).

No estilo de vida sobrenatural, ou seja, deliberadamente sob o poder do Espírito Santo, vamos compreender que o sucesso humano é tantas e tantas vezes o insucesso de Deus, e o insucesso humano é o sucesso de Deus! Coisa estranha esta, não é? Mas sabes que vivendo desta maneira, o sentimento de frustração não existe, podes viver em constante e contínua satisfação, começas a viver de uma maneira que te tornas relevante na vida de muitos e constróis um legado que será sempre de incentivo e inspiração.

Tal como os discípulos de Jesus, tenho a certeza que vais experimentar a grandeza de Deus em tua vida, mantendo-te como o menor!

Tens dúvidas?! Nada como experimentar!

Com amor,
Pr. José Carlos Ribeiro

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

PARA INGLÊS VER

“O que as tuas mãos tiverem que fazer, que o façam com toda a tua força...” – Ec. 9:10a (NVI)

Existe um crescente de apreciação e sobrevalorização de tudo, ou quase tudo, o que vem de fora. Conceitos... Modas... Ideais... Estilos... Opiniões... Etc, etc, etc.

Até na igreja, e como filhos de Deus, com uma vida espiritual dedicada a Deus, isso acontece e muito! Temos um grande desejo de sermos incluídos, respeitados e integrados em algo que consideramos ou com que até temos sido beneficiados.

Começamos a adotar modelos, formas de cultuar, “avivamentos” anunciados, personagens que nos influenciam e que tentamos imitar e promover, etc.

E é verdade que tais modelos são inspiradores e benéficos para nos elevarem os patamares de exigência da nossa conduta cristã e espiritual, sem dúvida. Mas algo que me desaponta e que combato efusivamente é ver “cristãos” que a única coisa que fazem (ou fazemos – incluo-me) neste domínio é apresentar, bajular, promover e anunciar o que de bom vem de fora, mas sem nunca fazermos nada no nosso contexto local. Vivemos amarradinhos à secretária ou ao smartphone fazendo likes sem medida, partilhando verdades avivalistas (sim porque o são de facto!), mas nada sai de nós!

Creio que é tempo de deixarmos de fazer algo “PARA INGLÊS VER” (expressão popular portuguesa) e começarmos a apreciar o que de bom se faz no nosso contexto local, como Deus opera e se faz sentir na transformação de vidas, como coisas criativas e originais despontam no nosso país e em variadas comunidades cristãs, e como podemos experimentar tanto ou mais daquilo que Deus está a operar por este mundo fora, Portugal incluído!

Queres um conselho que tenho adotado mais e mais?
Sai do sofá... Deixa de trabalhar “PARA INGLÊS VER”... Passa a usar o que Deus tem colocado nas tuas mãos, e que é poderoso!

Com amor,
Pr. José Carlos Ribeiro

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

SIM E AMÉM!

“De facto, por meio dele, Deus diz sim a todas as promessas que fez. Por isso o seu amém a Deus, para o glorificar, também é o nosso.” – I Co. 1:20 (BPT)

Tenho já algum tempo de experiência de ministério a serviço do Reino do Pai das Luzes, aí por volta de uns 35 anos de ministério. Isto desde que comecei a colaborar como monitor e conselheiro em acampamentos de crianças, até ao dia de hoje como pastor de uma comunidade local, passando por diversas e variadas responsabilidades, cargos e funções nacionais e internacionais.

Tenho aplicado um dos princípios demonstrados nesta porção bíblica na minha vida, mas também tenho visto que muitas pessoas que podem aplicá-lo nas suas vidas e ministérios, o subvalorizam ou “espiritualizam”.

Deus sempre me trouxe muitas promessas, reveladas e manifestas, mas se há coisa que ao longo destes anos posso comprovar, é que as Suas promessas têm verdadeiramente um SIM, mas para se cumprirem têm obrigatoriamente de ter um AMÉM! Mas o que é isto afinal?!

Nunca assisti ou fiz parte de alguma promessa de Deus cumprida sem que tenha que dar o primeiro passo. A Sua promessa chega – O SIM –, é recebida, é celebrada, é sonhada, mas quantas vezes ficamos na esperança de a ver realizada, como que caísse do céu já consumada... Preferimos sentar no sofá numa boa preguiça, fazer aqueles passeios arrebatadores, comer aquelas comidas tentadoras, admirar as obras maravilhosas que outros realizam... E dizemos ou pensamos: – “A promessa para o meu ministério vai chegar.. tenho fé... A Sua promessa cumpre-se!”

Infelizmente, ou felizmente, não é assim não! Não podemos ficar pelo SIM. Precisamos ir atrás do AMÉM! O Amém é prosseguirmos em fazer aquilo que está ao nosso alcance, aquilo que vai sendo possibilitado às nossas mãos de realizarmos e, nessa fase, estamos a cumprir o AMÉM e as Suas promessas para nós começam-se a cumprir. É que “o seu amém... também é o nosso.”

Não sei o que tens pensado a este respeito... Talvez tens estado à espera que as Suas Promessas na tua vida se cumpram de forma especial ou “espiritualizando” uma época ideal para tal, mas está a demorar!

Tenho esta boa notícia para ti... FAZ O AMÉM!

Com amor,
Pr. José Carlos Ribeiro

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

FICAR A VER NAVIOS

“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há.” – I Jo. 2:15a

Conta a história que após a batalha de Alcácer-Quibir em Marrocos, no ano de 1578, Dom Sebastião, Rei de Portugal que tinha participado nesta batalha e que tinha sido dado como desaparecido, era esperado pelos portugueses que regressasse num navio qualquer e ainda com vida, para voltar a levar o reino português de volta à época de grandes conquistas.

Assim, o povo subia a pontos altos e a cada chegada de navios, aguardavam na esperança de um Rei vivo regressado e conquistador. Ficavam a ver navios!

Pois é... Infelizmente dou por mim tantas e tantas vezes à espera de algo que não acontece! Isto porque começo a colocar os olhos nas coisas tangíveis ao olho humano, nas coisas em que deposito confiança como simples humano natural, numa esperança de que essas coisas sejam de provisão e solução para as necessidades que enfrento, sejam materiais, emocionais ou até espirituais.

Sempre que isto acontece, o Espírito Santo leva-me a perceber o grande lapso em que estou a viver e os erros que estou a cometer. Enfim, fico a ver navios, fico confiante na solução natural como alguém que ama mais o mundo e as suas promessas, do que a Deus e as Suas Promessas!

Creio que isto também deve acontecer ao querido leitor... não?!
Lembre-se que a pátria dos que pertencem ao Senhor Deus não é esta em que vivemos, mas sim a celestial na qual já estamos assentados (Ef. 2:6) e na qual não precisamos esperar por um rei verosímil, mas sim usufruir dum Rei verdadeiro, capaz de todas as conquistas e galardoador daqueles que a Ele se chegam e confiam as suas vidas, conduta e decisões.

Vá lá... Desista de ficar a ver navios!

Com amor,
Pr. José Carlos Ribeiro

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

UNS TÊM, OUTROS NÃO...

“Então plantou o Senhor Deus um jardim, da banda do oriente, no Éden; e pôs ali o homem que tinha formado.” – Gn 2:8

Sempre fui apreciador de anúncios comerciais, sejam na TV, Rádio ou Web. Admiro a criatividade de alguns deles e aprecio aqueles que trazem máximas de diversos domínios do quotidiano do ser humano. Resta-me referir que a publicidade portuguesa é frequentemente premiada nos diversos festivais do ramo e, muitos destes anúncios, perpetuam-se no tempo e na memória, exatamente pelos múltiplos significados e sentidos que trazem.

Na década de 80 existiu uma marca de desodorizantes para homem que tinha este slogan – “UNS TÊM, OUTROS NÃO”... Trazia associada algumas características de masculinidade e de poder sedutor do homem. Em si mesma, a publicidade televisiva nada tinha de especial, mas esta frase significa muito e trazia muitos aspetos agregados.

A mim sempre me levou a pensar no porquê de uns (falando da humanidade em geral) terem um encontro e um relacionamento pessoal e íntimo com Deus, e outros nem sentirem nada a este respeito. É um tema complexo e não é nestas poucas linhas que o aprofundamos, mas queiramos analisar brevemente este tema...

A vida de intimidade com Deus é um desejo de Deus para o ser humano. O jardim do Éden foi criado para que o ser humano pudesse estar protegido e gozar de toda a abundância do Deus Criador. As árvores e plantas davam todo o necessário para o homem se alimentar, havia água com abundância, Deus providenciou uma mulher para o homem e vice-versa se relacionarem e perpetuarem a raça humana, tinha sombra, sol, lua, não existiam tempestades nem tremores de terra... Enfim... Era o local perfeito com as condições perfeitas onde todos gostaríamos de passar aquelas férias paradisíacas! Mas este homem escolheu experimentar outra realidade, a qual lhe estava proibida ainda que não vedada.

Hoje também temos vivido assim. Temos uma oportunidade repetida no tempo de gozarmos do Jardim do Éden, mas porque existe um querer ter aquilo que pensamos não ter, vamos além do que Deus planeou de segurança, bem estar e satisfação absoluta.

O desafio diário é simples de alcançar... Desenvolve um relacionamento vivo, puro e sem preconceitos com o Espírito Santo. Deixa de lado o pensamento humano e religioso e experimentarás o Jardim do Éden em tua vida.

Decide TER!

Com amor,
Pr. José Carlos Ribeiro

Recebemos cartas da Missão Mãos por Cazombo!

Carta da Flora
Carta da Flora

Carta da Flora

Carta do José Carlos

Carta do Mateus

Carta do Tchauhua